14.5.12

8.5.12

viola campaniça, também designada de viola de Beja ou simplesmente viola é típica da região do Alentejo. É tocada de dedilho, apenas com o polegar. 
(in: wikipédia)

É a viola campaniça que vamos festejar na noite de 11 de Maio com Paulo Colaço & Zé Emídio.


Paulo Colaço e Zé Emídio, ambos fundadores do grupo Adiafa, reunem-se no nosso espaço e  dão voz a um reportório bastante diversificado, começando na música tradicional do Alentejo até à música dos nossos dias.

3€ p/pessoa
Desconto para Sócios da LdE.

Mais informações e reservas através dos telfs. 961281363 ou 284324172, ou através dos emails: lendias.encantar@gmail.com ou lendiasdencantar@gmail.com.


4.5.12

Sábado, dia 5 de Maio, às 21h30 - n'Os Infantes

Continuamos a fomentar a apresentação de autores e livros no nosso espaço e na nossa cidade. Alimentamos também a esperança de um dia podermos passear e ir às compras a uma livraria em Beja, mas se é pelo sonho que vamos, como dizia o outro, sabemos que isso é coisa para levar mais tempo e por enquanto continuamos a trazer autores e livros....
Assim, depois da sua passagem pela Feira do Livro de Lisboa no dia 29, onde regressará dia 12 para nova sessão; depois de mais uma intervenção no curso de escrita criativa no El Corte Inglês de Lisboa no dia 2 vamos ter n’Os infantes, Carlos Ademar para conversar connosco sobre a sua obra, mais especificamente sobre o seu mais recente livro O Bairro.



Manuel Sousa, agente da PSP, é assassinado num bairro às portas de Lisboa. A Polícia Judiciária está a começar a investigação quando é surpreendida pela notícia da morte de mais dois agentes. Quase ao mesmo tempo, um traficante de droga é deixado sem vida no Serviço de Urgências de um hospital. O que têm em comum estes factos? O bairro. (...)

O Bairro, baseado numa história verídica, é o retrato intenso de um mundo onde o crime e a honestidade convivem diariamente, onde prolifera o sentimento de abandono a que foi votado quem ali cresceu, para onde foi viver quem não tinha alternativa e onde é real a coragem de suportar o estigma de um nome. (...)






Carlos Ademar é licenciado em História e exerce funções de investigador criminal na Polícia Judiciária desde 1987. Em 1988 foi colocado na Secção de Homicídios da Directoria de Lisboa onde permaneceu até 2005. Para além dos múltiplos casos anónimos em que trabalhou ao longo dos anos, prestou colaboração em muitos outros que, pela sua repercussão, chegaram aos meios de comunicação social com maior ou menor impacto. São exemplos: 
  • o caso dos "Skins Heads" em 1988; 
  • o caso do "Estripador" em 1992/93; 
  • o caso do Estádio Nacional (Very Light), em 1996; 
  • o caso da “G.N.R. de Sacavém”, em 1996; 
  • o caso da discoteca “Passerelle” em 1999; 
  • o caso do agente da PSP morto na Cova da Moura em 2005.

Desde 2006 exerce funções na Escola da Polícia Judiciária como formador na área das metodologias e dos crimes violentos contra as pessoas. Além da formação ministrada aos efectivos da Polícia Judiciária, tem prestado colaboração a outros organismos como sejam a GNR, PJM, Polícia Marítima e Centro de Estudos Judiciários. Tem ainda colaborado no apoio à formação em vários países de expressão portuguesa, designadamente Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Timor.
Participa habitualmente em cursos de escrita criativa como autor convidado
Entre 2005 e 2012, com a chancela da Oficina do Livro, publicou os seguintes romances:
  • O Caso da Rua Direita;
  • O Homem da Carbonária;
  • Estranha Forma de Vida;
  • Memórias de um Assassino Romântico;
  • Primavera Adiada;
  • O Bairro

Juntem-se a nós numa conversa informal sobre os livros, as palavras, a escrita, a investigação criminal e o mais que queiramos, a noite é nossa. 

Mais informações:

Faltou...

... agradecer a todos os que participaram na playlist mais abrilesca de sempre - belíssima!
E faltou também agradecer quem participou na magnífica noite de 24 para 25 de Abril. Foi uma noite inesquecível. Que festa, pá!

23.4.12

Amanhã diz que é assim: (em permanente actualização...)


Na noite de 24 para 25 de Abril queremos ouvir o que de melhor se fez na música por esses anos de 70.
Para isso, lançamos o desafio: quais são as músicas mais abrilescas?!
Já temos estas:
  1. José Mário Branco, FMI
  2. Fausto, Romance de Diogo Soares
  3. Sérgio Godinho, Liberdade
  4. Violeta Parra, Volver a los diecisiete
  5. Adriano Correia de Oliveira, Cantar de Emigração
  6. Mercedes Sosa, Gracias a La Vida
  7. Chavela Vargas, La Lhorona
  8. Sérgio Godinho, Cão Raivoso
  9. Patxi Andion, Una Dos Y Tres
  10. Boris Vian, Le Deserteur
  11. Adriano Correia de Oliveira, O Senhor Morgado
  12. Luís Cília, O Povo Unido Jamais Será Vencido
  13. Betagarri, Grândola Vila Morena
  14. José Afonso, Os Vampiros
  15. Luísa Basto, Fardas de Abril
  16. Luísa Basto, Fui Hoje ao Alentejo
  17. José Mário Branco, A Cantiga é uma Arma
  18. José Mário Branco, Eu Vi Este Povo Lutar
  19. Adriano Correia de Oliveira, As Balas
  20. Adriano Correia de Oliveira, Trova do Vento que Passa
  21. Adriano Correia de Oliveira, Tejo que Levas as Águas
  22. Pedro Barroso, Cantarei
  23. Pedro Barroso, E Viva Quem Canta
  24. Ermelinda Duarte, Somos Livres
  25. Ary dos Santos, Portugal Ressuscitado 
  26. Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo, Força Força Camarada Vasco 
  27. Manuel Freire, Pedra Filosofal
  28. José Barata Moura, Cravo Vermelho ao Peito 
  29. José Barata Moura, Caridadezinha 
  30. Tonicha, Já Chegou a Liberdade
  31. Fernando Tordo, Tourada
  32. Sérgio Godinho, O Meu Compadre
  33. Lluis Llach, Abril 74
  34. Chico Buarque, Tanto Mar
  35. GAC, ZéDiogo
  36. Fernando Tordo, Fado de Alcoentre
  37. José Mario Branco, Qual é a Tua Ó Meu?
  38. Grupo Outubro, A Luta Vai ser Dura Companheiro
  39. Carlos Puebla, Adelante Portugal
  40. Mario Mata, Não há Nada para Ninguém 
  41. José Afonso, Menina dos Olhos Tristes
  42. José Mário Branco, Queixa das Almas Jovens Censuradas
  43. Patxi Andion, Sabes
  44. Francisco Fanhais, Porque
  45. Aguaviva, Poetas Andaluces
  46. Victor Jara, Te recuerdo Amanda
  47. Victor Jara, Duerme negrito
  48. Facundo Cabral,  Se se Calla el Cantor
  49. José Afonso, Os Vampiros
  50. Paco Ibañez e Rafael Alberti, A Galopar
  51. Amália Rodrigues, Abandono
  52. Vitor Jara, Comandante Che Guevara
  53. Rui Mingas, Monagambé
  54. Atahualpa Yupanqui, Basta Ya
  55. Caetano Veloso e Chico Buarque, Os Argonautas
  56. Luiz Goes, É preciso Acreditar
  57. Patxi Andion, Samaritana
  58. Joan Manuel Serrat, Caminante
  59. George Moustaki, Ma Liberté
  60. Jacques Brel, La Chanson des Vieux Amants
  61. Chico Buarque e Milton Nascimento, Cálice
  62. Paco Ibañez, La Poesia es...
Deixem as vossas sugestões aqui no blogue ou no facebook da Lendias... Dia 24 lá estaremos de ouvido atento...